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SAIU NA MÍDIA

21/06/2017

Reserva ambiental é nova área de negócio da Votorantim

Canassa, diretor da Reservas Votorantim: desafio de descobrir potenciais negócios interagindo com as comunidades

Reserva ambiental é nova área de negócio da Votorantim Por Renato Rostás

Dono de uma estrutura bastante diversificada, em que as operações vão de uma instituição financeira à produção de suco de laranja, passando por celulose e alumínio, o grupo Votorantim quer agora se consolidar em outro segmento: o de gestão de ativos ambientais.

Inaugurado oficialmente em 2012, o Legado das Águas é o nome oficial da reserva ambiental mantida pela Votorantim desde 1940, quando a Companhia Brasileira do Alumínio (CBA) adquiriu as terras ao longo do rio Juquiá, no Estado de São Paulo, para a instalação de sete pequenas centrais hidrelétricas.

Quando foi formalizado o Legado, o grupo criou a empresa Reservas Votorantim Ltda com a missão de gerir o ativo e, mais importante, descobrir como fazer para ele andar com as próprias pernas. David Canassa, gerente de sustentabilidade da Votorantim S.A. e hoje também diretor da Reservas Votorantim, junto com sua equipe, fez mais: descobriu várias maneiras de gerar receita com o ativo.

Desde então, o plano de negócios de cinco anos, que vence em 2017, investiu cerca de R$ 4 milhões ao ano para descobrir os potenciais de negócios da região. A expectativa é que no próximo plano, atualmente em elaboração e perto de ser finalizado, já esteja contemplado o "ponto de equilíbrio", ou o momento em que os gastos se pagarão.

"No começo da década, o grupo me encarregou de encontrar uma maneira de o Legado se manter sustentável sem patrocínio algum", explicou o executivo, em entrevista ao Valor. "Baseamos os estudos nesse sentido em três pilares: o reconhecimento formal da área, a relação com o poder público e a interação com as comunidades que lá vivem."

Canassa quer chegar daqui a cinco anos com uma receita anual de R$ 7 milhões e no mínimo com as operações no "zero a zero", sem dar prejuízo. Para isso, vai apostar no arrendamento de terras por exigência ambiental, no ecoturismo e na bioprospecção das espécies locais.

Para ler a notícia na íntegra, acesse: www.valor.com.br.