Publicado em 05/10/2017

What Algorithms Want

Dependemos de - e acreditamos em - algoritmos para nos ajudar a fazer uma viagem, escolher qual livro comprar, executar uma prova matemática. É como se pensássemos no código como um feitiço mágico, um encantamento para revelar o que precisamos saber e até mesmo o que queremos. Os seres humanos sempre acreditaram que certas invocações - o voto matrimonial, a maldição do xamã - não meramente descreviam o mundo, mas também o definiam. A computação lança uma sombra cultural sobre essa longa tradição moldada no pensamento mágico.

Neste livro, Ed Finn considera como o algoritmo - em termos práticos, "um método para resolver um problema" - tem suas raízes não só na lógica matemática, mas também na cibernética, na filosofia e no pensamento mágico. Finn argumenta que o algoritmo implementa conceitos do espaço idealizado de computação em uma realidade bagunçada, com resultados imprevisíveis e às vezes fascinantes. Com base em fontes que vão desde Snow Crash, de Neb Stephenson, até a Enciclopédia de Diderot, de Adam Smith ao computador de Star Trek, Finn explora a lacuna entre ideias teóricas e instruções pragmáticas. Ele examina o desenvolvimento de assistentes inteligentes como a Siri, a ascensão da estética algorítmica no Netflix, o sátiro jogo de Facebook de Ian Bogost, Cow Clicker, e a economia revolucionária do Bitcoin. Ele descreve o objetivo do Google de antecipar nossas perguntas, os mapas de desenhos animados do Uber e a contabilidade de caixa preta, e o que o Facebook nos diz sobre o valor programável, entre outras coisas. Se queremos entender a lacuna entre abstração e realidade bagunçada, argumenta Finn, precisamos construir um modelo de "leitura algorítmica" e oferecer bolsas de estudo para acompanhar este processo, liderando uma nova humanidade experimental.

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